Histórico do Colégio Estadual Colombo Machado Salles

   A Escola de Ensino Básico Colombo Machado Salles foi registrado inicialmente com o Código 18.02.059 e foi construída no ano de 1974, com a finalidade de ser implantado um curso de Ensino Médio, popularmente conhecido como 2º grau na época. Neste periodo o então Governador do Estado o Dr. Colombo Machado Salles, teve seu nome escolhido para patrono do Colégio.

   A definição, neste período foi denominado "Colégio Estadual Colombo Machado Salles” criado pelo  decreto nº. 323/74 e recebendo autorização final pelo parecer do C. E. E nº. 400/74 e inaugurada no dia 17 de março de 1975 com duas primeiras séries no  período noturno. Esta Instituição é vinculada, atualmente, ao Sistema Estadual de Ensino do Estado de Santa Catarina através do decreto de criação nº. 323 de 25/03/1976 

   Dos 78 alunos matriculados em 1975, formaram-se apenas 19 no ano de 1977.    A Instituição surgiu a partir de pedidos feitos ao governador do Estado, pelos diretores da empresa Rigesa Celulose Papel e Embalagens Ltda que se instalava no município e precisava, urgente, de pessoal capacitado com conhecimentos em Análises Químicas, sendo esse o nome do curso oferecido no noturno, e também para atender a filhos de funcionários, que chegavam de outras cidades.

   Assim, próximo a empresa Rigesa Florestal, numa área doada pelo Sr. Leonel da Costa Gomes no Bairro João Paulo II, na Rua Boleslau Polanski s/n, tendo como referencia o aeroporto municipal.

   A escola ficou afastada de áreas residenciais, pois o bairro, nesta época, era uma área pouco populosa, e a empresa se comprometeu a fazer o transporte de alunos gratuitamente, sendo que no município somente a escola Colombo Machado Salles tinha ensino médio e curso profissionalizante.

 

    O primeiro diretor do Colégio ”Estadual Colombo Machado Salles” foi o professor Tadeu Kurpiel, tendo como secretaria a professora Elvira Teixeira Fiolek. Como primeiro Corpo Docente, teve o Colégio os seguintes professores:

    - Inocente J. Furlan                                                                                                       - Maria E. Koneski

    - Maria Helena Jenzura

    - Roseli F. de Silva

    - Therezinha de Jesus Cubas

    - Nivaldo João Braz

    - Paulo Ermes Telli

 

   Em 1977 foi iniciado o trâmite para inclusão do ensino do 1º grau (atual ensino fundamental) no  periodo diurno com a então diretora Elusa Margereth Ferlin e com assistência de sua mãe Gelta Drescher. O motivo era que o prédio ficava ocioso durante o dia, então montaram um processo para o funcionamento do ensino de 1º grau para o diurno, já que o ensino de 2º grau (atual ensino médio) e profissionalizante era noturno. Isto foi possível também com o apóio do diretor da fábrica, desse período, Raja Bittar.

O referido ensino diurno foi aprovado através dos decretos de nº. 5391 e 6016/78. As autoras do processo assumiram os cargos de diretora e secretaria e em 1978 começaram as aulas desse período.

  Em 1980, já como diretora Abigayl Pacheco Bischop foi elaborado um processo para implantação de duas novas habilitações, em substituição ao antigo curso de Química que pouco mercado de trabalho estava oferecendo aos jovens da cidade. Foi assim que  através do parecer 233/81 de 11 de agosto de 1981, foram aprovados os cursos de:

  - Magistério de 1º a 4º séries (pré-escolar na época)

 - Técnico de Contabilidade, tendo formado a primeira turma de contabilistas em dezembro de 1983. A última turma foi formada em 1989, quando o curso foi terminado por definitivo.

   A escola atualmente Funciona com os anos iníciais, 1º a 5º séries, ensino fundamental do 6º ao 9º séries e o ensino médio nos períodos matutino e noturno. O Magistério no período noturno. A escola conta com aproximadamente 500 alunos.  O transporte gratuito benefíca um grande número alunos hoje, sendo feito pelos veículos da prefeitura, com valores repassados pelo estado, anualmente.

   Atualmente a instituição consegue atingir satisfatoriamente os seus objetivos.   Os professores são habilitados e diplomados em suas áreas. E todos tem, em seus currículos, especializações em áreas afins. O administrativo são funcionários que tem capacitação contínua para melhor atendimento a demanda de alunos e documentações. A estrutura de funcionamento esta embasado no Projeto Político Pedagogico (PPP) que recebe todo ano uma reavaliação de acordo com as mudanças no ensino. A primeira  versão foi idealizado no início dos anos 2000.